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quarta-feira, 8 de abril de 2009

Maximiza!

"Vamo, vamo Max! Vamo, vamo Max!!" Uma final eletrizante. Assim foi a vitória de Max sobre a Pri por uma vantagem surreal de 0.24 décimos. Até o último segundo, o Max estava achando que tinha perdido para Pri, mas finalmente o público brasileiro acordou pra vida!


Precisou de oito edições para o povo perceber que BBB não é Porta da Esperança, muito menos Bolsa Família para ajudar o participante mais pobre. Teoricamente, Big Brother é um jogo (um jogo tosco, ok) onde merece ganhar quem joga melhor, quem tem mais estratêgia, mais olhar, raciocínio e inteligência.


Mesmo achando um desperdício de vida, eu confesso que acompanhei os três meses e, mais ainda, que torcia pro "Benhê", afinal ele foi o ÚNICO que admitiu jogar e logrou êxito em cada passo que deu. Se ele estava sendo ele ou colocou uma máscara, a mim pouco importa. O fato é que nunca houve alguem tão determinado como ele.


Analisem: Bambam, Domini, Caubói, Cida, Mara, Jean, Alemão, Rafinha...nenhum deles fez nada que justificasse um milhão na conta. O primeiro ganhou pela frescura com a tal da boneca de lata; o segundo graças ao tórrido romance com a Sabrina; O terceiro porque era um personagem; as mulheres porque eram mulheres e pobres; Jean porque era gay e Alemão e Rafinha porque eram gatinhos. Isso lá é motivo?


Enfim, parabéns aos brasileiros que finalmente entenderam como funciona o BBB. Mas, se me cabe opnar, Globo chega desse programa. Nove edições já passou do limite! Não é a toa que cai audiência (bom com Zezé e Luciano, era díficil aumentar neh) a cada ano que passa. Tudo bem, amamos BBB, movemos paixões gigantescas por essas celebridades da vida real, mas também não é pra tanto.

Um comentário:

Bruna Rodrigues disse...

Não sei se foi porque esse foi o BBB que eu menos assisti, mas achei tão sem graça essa edição. E pra piorar, pra fechar com chave de ouro Z&L cantando na final ngn merece, foi terrível. =/