Se eu fosse o que como, seria uma bola imensa de gorda, com todas as minhas artérias entupidas e todas as minhas taxas explodindo. Gosto de tudo que é um veneno para a saúde e, como se não bastasse, ainda junto a isso o sedentarismo que triplica a minha chance de não chegar nem aos 25 anos se continuar nesse ritmo. Eu bem tento contrabalançar tamanha comilança de porcarias com coisas mais saudáveis. Adoro ter um prato coloridinho e sempre aposto no verde do alface, no laranja da cenoura e no amarelo da batata. Para completar, um belo franguinho grelhado. Já as frutas são quase a mula-sem-cabeça nas minhas refeições, só folclore. Das centenas a disposição, só gosto de melancia. Fato é que eu não acredito que somos o que comemos, mas, sim, o que pensamos. Pode notar, todas as pessoas magras da humanidade são aquelas que comem sem culpa, que não ligam para os micro números de calorias que os pacotes apresentam. As mais cheinhas, geralmente, são as neuradas por comida, que comem para superar os problemas e descontam nas guloseimas as tristezas, alegrias ou qualquer outra emoção que estejam sentido. E é por isso que eu continuo assim, quase um Garfield: uma gata gulosa, preguiçosa e muito feliz!*Pauta para o TDB: Você é o que você come??
